PROCESSO DE TRANSIÇÃO DE VIDA EM IDOSOS COM FERIDAS CRÔNICAS
DOI:
https://doi.org/10.47820/recima21.v7i2.7289Palavras-chave:
Adaptação, Feridas Crônicas, IdosoResumo
O envelhecimento populacional ocorre de forma acelerada no Brasil, associado às transições demográfica e epidemiológica. Esse cenário contribui para o aumento das doenças crônicas, destacando-se as feridas crônicas em idosos, decorrentes do declínio funcional, da redução da capacidade de cicatrização e da presença de comorbidades. Essas lesões impactam negativamente a qualidade de vida, autonomia e funcionalidade, exigindo cuidado contínuo e longitudinal. Assim, torna-se relevante analisar o processo de transição de vida de idosos acometidos por feridas crônicas. Objetivo: Analisar o processo de transição de vida de pessoas idosas com feridas crônicas. Métodos: Revisão integrada da literatura, sendo coletados e resumidos o conhecimento científico já desenvolvido. Análise e discussão dos resultados: As feridas crônicas no envelhecimento configuram importante problema de saúde pública, com repercussões físicas, funcionais, emocionais e sociais para a pessoa idosa. Associadas às alterações fisiológicas da senescência e às doenças crônicas não transmissíveis, essas lesões impactam negativamente a autonomia, a mobilidade e a qualidade de vida, exigindo cuidados contínuos e complexos. O processo de transição de vida do idoso com feridas crônicas envolve adaptações no autocuidado, nas relações familiares e no convívio social. Nesse contexto, destaca-se a atuação da enfermagem e da rede de apoio como fundamentais para o cuidado integral, a adesão terapêutica e a promoção de transições mais saudáveis. Considerações: Feridas crônicas no envelhecimento impactam qualidade de vida, funcionalidade e autonomia, exigindo cuidado contínuo e multiprofissional, com apoio familiar, atuação da enfermagem e da Atenção Primária na transição de vida.
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