MATERNIDADE E UNIVERSIDADE: ESTRESSE EM ESTUDANTES DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA FEDERAL INTERNACIONAL
Resumo
Gestantes e mães universitárias enfrentam barreiras singulares ao conciliar as demandas acadêmicas com o cuidado dos filhos. Este estudo objetivou investigar os sinais, sintomas e fase do estresse de estudantes gestantes e mães de uma universidade pública federal de caráter internacional. Trata-se de um estudo observacional, transversal e de abordagem quantitativa, realizado entre 2018 e 2019 com universitárias gestantes e mães, brasileiras e estrangeiras. Os dados foram coletados através do Inventário de Sintomas de Estresse para Adultos de Lipp (ISSL) e analisados no programa Epi Info. Participaram do estudo 81 universitárias, das quais 50,6% eram mães, 43,2% brasileiras e 39,5% guineenses. Sinais e sintomas de estresse foram identificados em 61,7% das participantes, sendo mais frequentes entre gestantes, correspondendo a 70% do grupo. Quanto às fases do estresse, 57,1% das gestantes encontravam-se em quase exaustão, enquanto 72,2% das mães estavam na fase de exaustão. Os sintomas físicos predominaram em 52,0% das estudantes, com destaque para 67,9% das gestantes. Conclui-se que o estresse é um fenômeno prevalente entre gestantes e mães universitárias, evidenciando a necessidade de estratégias institucionais de suporte que considerem as especificidades dessas mulheres.
Biografia do Autor
Enfermeiro e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Enfermagem – Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Morfofuncionais – Universidade Federal do Ceará (UFC).
Acadêmica de Enfermagem - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Acadêmica de Enfermagem - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Veterinária pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Veterinárias – UECE, Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas – Universidade Federal do Ceará (UFC) e Docente do Curso de Medicina da UECE – Campus Quixeramobim - Ceará.
Enfermeiro e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Enfermagem – Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Morfofuncionais – Universidade Federal do Ceará (UFC) e pós-doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Veterinárias – Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Veterinária pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), mestre e doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Veterinárias – UECE e docente dos Cursos de Enfermagem, Farmácia e Medicina da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Farmacêutico pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre e doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas – UFC e docente do Curso de Medicina da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
Odontóloga pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre pelo Programa de Pós-graduação em Farmacologia – UFC, doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas – UFC e docente dos Curso de Enfermagem, Farmácia e Medicina da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).
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