POPULAR USE OF MEDICINAL PLANTS IN A QUILOMBOLA COMMUNITY IN THE INTERIOR OF BAHIA
Abstract
Since the dawn of humanity, medicinal plants have been popularly used as an alternative method for the palliative treatment of some illnesses, with this practice being strongly influenced by African cultural heritage. In traditional communities, in fact, residents present different ways of life and culture, strongly linked to the natural environment and the cycles that the earth goes through. Phytotherapy is a therapeutic approach that is based on the use of medicinal plants, which can be cultivated exclusively for the treatment of diseases. These plant species can be in their natural state, being commonly consumed as a whole, or they can be divided into specific parts, such as the root or leaves. The present study seeks to relate the use of these plants with quilombola culture and their effect on the daily lives of residents of this location. Goals. Know the popular use of medicinal plants within the community, as well as their effectiveness and benefits. Methodology. It refers to a descriptive and exploratory study, with quantitative aspects, based on technical procedures from a field survey, carried out in the Thiagos quilombo, in Ribeirão do Largo - BA. Results. Based on the data collection, 25 plants were identified as being used by the population, with the most frequent use among local residents being Melissa officinalis, Pimpinella anisum and Plectranthus barbatus, and others stood out for the aforementioned purposes, such as Pereskia aculeata and Copaifera langsdorffii. The plants were commonly used for gastrointestinal problems and headaches.
Author Biographies
Discente do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR).
Discente do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR).
Discente do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR).
Doutora em Química, Docente do Curso de Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR).
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