USE OF MEDICINAL PLANTS AND HERBAL MEDICINES BY CLIMACTERIC WOMEN
Abstract
The use of plants as therapeutic resources has been employed since ancient times. It is believed that one of the earliest forms of using natural products was through the ingestion of herbs and leaves for the relief and treatment of diseases. Such practices are also applied with the aim of reducing menopausal side effects, such as hot flashes. Objective – To evaluate the use of medicinal plants and phytotherapeutic products to alleviate the signs and symptoms of the climacteric period. Methodology – This is a cross-sectional analytical study. Women who did or did not use medicinal plants or phytotherapeutic products, who presented more than two characteristic climacteric symptoms, and who correctly completed the questionnaire were included. Results – Most participants reported believing in the effectiveness of this therapy (46%). The most frequently cited phytotherapeutic product was Peruvian maca (n=2). Conclusion – This study showed that few women use medicinal plants and phytotherapeutic products as therapeutic resources, and among those who do, the main resources used are black mulberry and Peruvian maca.
Author Biographies
Doutora em Imunologia, Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Enfermagem, Tangará da Serra – MT, Brasil.
Graduada em Enfermagem, Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Enfermagem, Tangará da Serra – MT, Brasil.
Doutor em Zootecnia, Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Agronomia, Tangará da Serra – MT.
Graduado em Enfermagem, Universidade do Estado de Mato Grosso, Tangará da Serra – MT, Brasil.
Doutora em Enfermagem, Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Enfermagem, Tangará da Serra – MT, Brasil.
Doutora em Enfermagem Psiquiátrica, Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Enfermagem, Tangará da Serra – MT, Brasil.
Doutora em Farmacologia e Biotecnologia, Docente na Universidade do Estado de Mato Grosso, Curso de Enfermagem, Tangará da Serra – MT, Brasil.
References
AARTS, J. W. M. et al. Abordagem cirúrgica para histerectomia por doenças ginecológicas benignas. Cochrane Database of Systematic Reviews, v. 8, n. 1, 2015. Disponível em: https://www.cochrane.org/pt/CD003677/MENSTR_abordagem-cirurgica-para-histerectomia-por-doencas-ginecologicas-benignas DOI: https://doi.org/10.1002/14651858.CD003677.pub5
ABREU-RODRIGUES, F. Análise do estimulante sexual da Life Natural: Life Natural's sexual stimulant review. CPAH Scientific Journal of Health, v. 1, n. 3, p. 155-165, 2021. Disponível em: https://cpahjournal.com.br/index.php/cpahofhealth/article/view/25/46
ADORNO, S. dos S. et al. Vantagens da histerectomia vaginal comparado à histerectomia abdominal em mulheres sem prolapso genital. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 17, e. 97, p. 1-7, 2018. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/download/97/36 DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e97.2019
ALVES, E. R. P. et al. O padrão de desempenho sexual e a intensidade da síndrome do climatério em um grupo de mulheres que realizam atividade física. Texto & Contexto - Enfermagem [online], v. 24, n. 1, p. 64-71, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/0104-07072015000590014
ARAUJO, A. R. de; CHAGAS, R. K. F. das; LIMA, I. C. S. Terapias alternativas para o tratamento dos sintomas da menopausa. Anais do 13 Simpósio de TCC e 6 Seminário de IC da Faculdade ICESP, v. 13, s/n, p. 1831-1844, 2018. 2019. Disponível em: http://nippromove.hospedagemdesites.ws/anais_simposio/arquivos_up/documentos/artigos/a5c82bb02c0decf7995c7270da7197c4.pdf
ARCANJO, D. M.; MENEZES, M. R. S. Reposição hormonal com hormônios bioidênticos e seus efeitos pós–menopausa. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, v. 3, n. 7, p. 657-666, 2020. DOI: http://doi.org/10.5281/zenodo.4284006
AVELINO, E. B. et al. Fatores de risco para doença cardiovascular em adultos jovens sedentários. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 8, p. 58843-58854, 2020 DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n8-337
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2. ed. Formulário de Fitoterápicos: Farmacopeia Brasileira. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-fitoterapico/arquivos/2021-fffb2-final-c-capa2.pdf Acesso em: 10 dez. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada-RDC n° 26, de 13 de maio de 2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos e o registro e a notificação de produtos tradicionais fitoterápicos, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diário Oficial da União, 2014. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2014/rdc0026_13_05_2014.pdf Acesso em: 10 nov. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/protocolo_saude_mulher.pdf Acesso em: 04 nov. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC: atitude de ampliação de acesso. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_praticas_integrativas_complementares_2ed.pdf Acesso em: 22 fev. 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos. Brasília: Ministério da saúde, 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf Acesso em: 04 nov. 2025.
CALISTA, M. S. G. et al. Perfil de mulheres frequentadoras de academia de ginástica diante dos sintomas da menopausa. Revela, n. 22, p. 207-219, 2018. Disponível em: http://fals.com.br/novofals/revela/ed22/ED22_13.pdf Acesso em: 9 dez. 2025.
CARDOSO, B. C.; CAMARGO, C. R.; FERNANDES, I. Perfil de Mulheres Submetidas a Histerectomia e Influênciada Deambulação na Alta Hospitalar. Revista Pleiade, v. 11, n. 21, p. 17-24, 2017. Disponível em: https://pleiade.uniamerica.br/index.php/pleiade/article/view/330/413 Acesso em: 22 jan. 2026.
CARVALHO, H. C. M.; LEMOS, M. F. As consequências da histerectomia na sexualidade feminina. Perspectivas Em Psicologia, v. 21, n. 1, p. 209-224, 2017. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/perspectivasempsicologia/article/view/38934/20605 Acesso em: 22 jan. 2026.
CASTRO, E. N. et al. Análise das interações medicamentosas entre fitoterápicos e alopáticos de uso comum no Brasil. Revista DELOS, v. 19, n. 76, p. 01-20, 2026 DOI: https://doi.org/10.55905/rdelosv19.n76-069
COELHO, S. M. et al. Epidemiological profile and postoperative complications of women undergoing gynecological surgery in a reference center in the northern brazilian legal amazon. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões [online], v. 42, n. 6, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0100-69912015006004 Acesso em: 14 jan. 2026.
COSTA, J. P. L. et al. Randomized double‐blind placebo‐controlled trial of the effect of Morus nigra L. (Black mulberry) leaf powder on symptoms and quality of life among climacteric women. International Journal of Gynecology & Obstetrics, v. 148, n. 2, p. 243-252, 2020 DOI: https://doi.org/10.1002/ijgo.13057
COSTA, J. R.; COSTA A. Tipos e vias de abordagem cirúrgica em histerectomia e sua relação com lesão do sistema urinário. Acta Obstetrica e Ginecologica Portuguesa, v. 11, n. 1, p. 46-56, 2017.
CRUZ, M. J. B. et al. Medication use among children 0-14 years old: population baseline study. Jornal de pediatria, v. 90, n. 6, p. 608-615, 2014. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jped.2014.03.004
DIAS, E. C. M. et al. Uso de fitoterápicos e potenciais riscos de interações medicamentosas: reflexões para prática segura. Revista Baiana de Saúde Pública, v. 41, n. 2, p. 297-307, 2017 DOI: https://doi.org/10.22278/2318-2660.2017.v41.n2.a2306
DIAS, P. A. Associação do nível de atividade física com os sintomas climatéricos, ansiedade e depressão em mulheres no climatério. 2018. Monografia (Graduação em Educação Física) – Universidade Federal de Uberlândia, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/21984/3/ASSOCIA%c3%87%c3%83O%20N%c3%8dVEL%20ATIVIDADE.pdf Acesso em: 14 jan. 2025.
DIAS, P. A. R. et al. Terapia hormonal no climatério como fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama e seus impactos na qualidade de vida. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 13, n. 4, p. 1-7, 2021. DOI: https://doi.org/10.25248/REAS.e7015.2021
DUNNERAM, Y.; GREENWOOD, D. C.; CADE, J. E. Dietary intake and age at natural menopause: results from the UK Women’s Cohort Study. Journal of Epidemiology & Community Health, v. 72, n. 8, p. 733–740, 2018. https://doi.org/10.1136/jech-2017-209887
ERCISLI, S.; ORHAN, E. Chemical composition of white (Morus alba), red (Morus rubra) and black (Morus nigra) mulberry fruits. Food chemistry, v. 103, n. 4, p. 1380-1384, 2007. Available from: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0308814606008387 Accessed 15 july 2021. DOI: https://doi.org/10.1016/j.foodchem.2006.10.054
FARIA, A. C. P.; OLIVEIRA, F. Q. Fitoestrogênios como alternativa na terapia de reposição hormonal no climatério. Revista Brasileira de Ciências da Vida, v. 5, n. 1, 2017. Disponível em: http://jornalold.faculdadecienciasdavida.com.br/index.php/RBCV/article/view/528/190 Acesso em: 9 jan. 2026.
FIALHO, J. R.; BASÍLIO, L. C.; GUSMAN, G. S. Perfil socioeconômico e etnobotânico em posto do Programa da Saúde da Família (PSF) em Viçosa-Minas Gerais. Anais Simpac, v. 10, n. 1, 2019. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/277649644_Uso_popular_de_plantas_medicinais_e_perfil_socioeconomico_dos_usuarios_um_estudo_em_area_urbana_em_Ouro_Preto_MG_Brasil Acesso em: 15 out. 2025.
FONSECA, R. C.; GIOTTO, A. C. Utilização e conhecimentos de discentes sobre plantas medicinais e fitoterápicos. Revista de Iniciação Científica e Extensão, v. 4, n. 1, p. 613-623, 2021. Disponível em: https://revistasfacesa.senaaires.com.br/index.php/iniciacao-cientifica/article/view/322/259https://revistasfacesa.senaaires.com.br/index.php/iniciacao-cientifica/article/view/322/259 Acesso em: 27 de jan. 2026.
FRANKEN, R. O uso de plantas medicinais e de medicamentos fitoterápicos na atenção básica à saúde. 2015. Monografia (Especialização em Gestão de Organização Pública em Saúde) – Universidade Federal de Santa Maria, Palmeira das Missões – RS, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/15693/TCCE_GOPS_EaD_2015_FRANKEN_ROSMERI.pdf?sequence=1&isAllowed=y Acesso em: 15 out. 2025.
FRETTA, T. de B. et al. Melhora dos sintomas do climatério por meio da atividade física: uma revisão sistemática. Saúde em Revista, v. 17, n. 46, 2017. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/sr/article/view/3385/2024 Acesso em: 9 jan. 2026.
GADELHA, C. S. et al. Estudo bibliográfico sobre o uso das plantas medicinais e fitoterápicos no Brasil. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, Mossoró, RN, v. 8, n. 5, p. 208–212, ed. esp., dez. 2013. Disponível em: https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RVADS/article/view/3577 Acesso em: 27 mar. 2026.
GELATTI, G. T.; OLIVEIRA, K. R. DE; COLET, C. DE F. Potenciais interações relacionadas ao uso de medicamentos, plantas medicinais e fitoterápicos em mulheres no período do climatério. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, v. 8, n. 2, p. 4328-4346, 2016. Disponível em: https://seer.unirio.br/index.php/cuidadofundamental/article/view/4401/pdf_1879 Acesso em: 31 mar. 2026 DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2016.v8i2.4328-4346
GONÇALVES, A. K. da S. et al. Impacto da atividade física na qualidade de vida de mulheres de meia idade: estudo de base populacional. Revista brasileira de ginecologia e obstetrícia, v. 33, n. 12, p. 408-413, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbgo/a/zHwXgYgNW3rT6BkFck9cXdw/?lang=pt&format=pdf Acesso em: 22 jul. 2021.
LIMA, A. M. et al. Perda de qualidade do sono e fatores associados em mulheres climatéricas. Ciência & Saúde Coletiva [online], v. 24, n. 7, p. 2667- 2678, 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232018247.19522017
MATTA, I. I. B. da. As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) e a sua inserção no Sistema Único de Saúde: o caso do município de Sant'Ana do Livramento. 2021. Dissertação (Doutorado em administração) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2021. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/221688https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/221688 Acesso em: 27 jan. 2026.
MATTOS, G. et al. Plantas medicinais e fitoterápicos na Atenção Primária em Saúde: percepção dos profissionais. Ciência & Saúde Coletiva [online], v. 23, n. 11, p. 3735-3744, 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320182311.23572016
MENDONÇA, V. M. et al. Fitoterapia tradicional e práticas integrativas e complementares no sistema de saúde do Brasil. 2018. Temas em Saúde, v. 18, n. 1, p. 66-97, 2018. Disponível em: https://www.sigaa.ufs.br/sigaa/verProducao?idProducao=1445395&key=f7afa520f9a4ae0a92ca9e1800517e49 Acesso em:15 dez. 2025.
MESSIAS, M. C. T. B. et al. Uso popular de plantas medicinais e perfil socioeconômico dos usuários: um estudo em área urbana em Ouro Preto, MG, Brasil. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v. 17, n. 1, p. 76-104, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_139
MIRANDA, M. A. et al. Uso etnomedicinal do chá de Morus nigra L. no tratamento dos sintomas do climatério de mulheres de Muriaé, Minas Gerais, Brasil. HU Revista, v. 36, n. 1, p. 61-68, 2010. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/817/332 Acesso em: 10 jan. 2026.
MIRANDA, S. da S. et al. O chá da folha de Morus nigra como agente promotor de qualidade de vida em mulheres na transição menopáusica. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 12, n. 9, p. 1-10, 2020. DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e4288.2020
MORA, E. et al. Histerectomía radical por cáncer de cuello uterino. Revista Repertorio de Medicina y Cirugía, v. 27, n. 1, p. 2-6, 2018. DOI: https://doi.org/10.31260/RepertMedCir.v27.n1.2018.124
MORAIS, L. L. et al. Tromboembolismo venoso relacionado ao uso frequente de anticoncepcionais orais combinados. Revista Eletrônica de Ciências Humanas, Saúde e Tecnologia, v. 8, n. 1, p. 85-109, 2019. Disponível em: https://revista.fasem.edu.br/index.php/fasem/article/view/195 Acesso em: 10 jan. 2026.
MOTA, L. J.; MATOS, G. V.; AMORIM, A. T. Impactos do climatério em mulheres do sudoeste baiano. Research, Society and Development, v. 10, n. 7, p. e22710716563-e22710716563, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i7.16563
NAYSMITH, L. F. et al. Cognition and the menopause transition: cross-sectional evidence from a large community cohort. npj Women’s Health, v. 4, art. 14, 2026. https://doi.org/10.1038/s44294-026-00132-z
NICÁCIO, R. A. R. et al. Potenciais interações entre medicamentos alopáticos e fitoterápicos/plantas medicinais no Município de Rondonópolis–MT. Revista de Ciências Médicas e Biológicas, v. 19, n. 3, p. 417-422, 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.9771/cmbio.v19i3.33253
NUNES, M. da P. da R. S. et al. Representações de mulheres acerca da histerectomia em seu processo de viver. Escola Anna Nery [online], v. 13, n. 3, p. 574-581, 2009. DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-81452009000300017
OLDRA, C. de M. et al. Associação dos sintomas de depressão com o consumo alimentar em mulheres climatéricas. 2019. Monografia (Graduação em Educação Física) – Universidade Federal de Uberlândia, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/21984 Acesso em: 10 jan. 2026.
OLIVEIRA, G. et al. Mulheres com risco cardiovascular: revisão das pesquisas das pós-graduações brasileiras. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, v. 31, n. 2, p. 2-11, 2018. DOI: https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6938
PARDINI, D. Terapia de reposição hormonal na menopausa. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 58, n. 2, p. 172-181, 2014. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302014000200172&lng=en&nrm=iso Acesso em:15 dez. 2026.
PEDROSO, R. dos S.; ANDRADE, G.; PIRES, R. H. Plantas medicinais: uma abordagem sobre o uso seguro e racional. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 31, n. 02, p. 1-19, 2021. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-73312021310218
PINTO, B. C. de M.; FELIX, C. R. P. “Médicas da Terra” em Conexão com a Natureza: O Uso de Plantas Medicinais por Mulheres Ribeirinhas. Revista Cocar, v. 24, n. 42, p. 01-21, 2026. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/11044/4925 Acesso em: 04 mar. 2026.
REZENDE, A. M. L. et al. A importância da musculação para a mulher na menopausa. Brazilian Journal of Health Review, v. 3, n. 3, p. 5250-5262, 2020 DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv3n3-101
Riaz, M. et al. Phytobioactive compounds as therapeutic agents for human diseases: a review. Food Science & Nutrition, v. 11, n. 6, p. 2500–2529, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37324906/ Acesso em: 27 mar. 2026
RISSARDI, B.; SOARES, R. A.; AYALA, A. L. M. Fatores de risco da doença coronariana entre os pacientes submetidos à revascularização miocárdica (RM) em Joinville/SC. Revista de Atenção à Saúde, v. 18, n. 65, p. 90-101, 2020. ISSN 2359-4330. DOI: https//doi.org/10.13037/ras.vol18n65.6517.
ROCHA, B. M. A.; PEREIRA, M. do S. V.; CARNEIRO, J. Q. Terapias complementares: fitoterapia como opção terapêutica no climatério e menopausa. Revista de Ciências da Saúde Nova Esperança, v. 16, n. 1, p. 16-25, 2017. Disponível em: http://www.facene.com.br/wp-content/uploads/2018/05/2.-TERAPIAS-COMPLEMENTARES-FITOTERAPIA-COMO-OP%C3%87%C3%83O-TERAP%C3%8AUTICA-NO-CLIMAT%C3%89RIO-E-MENOPAUSA.pdf Acesso em:15 dez. 2025.
ROCHA, J. S. B. et al. Perfil antropométrico e qualidade de vida em mulheres climatéricas. Arquivo Catarinense de Medicina, v. 43, n. 1, p. 60-64, 2014. Disponível em: http://www.acm.org.br/revista/pdf/artigos/1274.pdf Acesso em: 8 jan. 2026.
RODRIGUES, A. B. da C. et al. O impacto da histerectomia total sobre a função sexual feminina. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 13, n. 5, p. 1-8, 2021. DOI: https://doi.org/10.25248/REAS.e7611.2021
RODRIGUES, J. E. de O.; MÜLLER, V. J. da S. Etnobotânica no Bairro Cristo Rei em Várzea Grande – Mato Grosso. Biodiversidade, v. 17, n. 1, p. 104-119, 2018. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/biodiversidade/article/view/6540 Acesso em: 14 jan. 2026.
RODRIGUES, R. M. Associação entre obesidade e sintomatologia climatérica. 2019. Monografia (Graduação em Educação Física) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/26088/1/Associa%c3%a7%c3%a3oObesidadeSintomatologia.pdf Acesso em: 10 jan. 2026.
RODRIGUES, S. de O. et al. A fitoterapia Morus Nigra: como alternativa no tratamento dos sintomas da menopausa. Brazilian Journal of Development, v. 7, n. 4, p. 38529-38542, 2021 DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv7n4-354
SA, I. M. de. "Fito-hormônios": ciência e natureza no tratamento do climatério. Physis, v. 22, n. 4, p. 1503-1522, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312012000400013&lng=en&nrm=iso Acesso em: 25 nov. 2025.
SANTOS, D. C. et al. Uso de plantas medicinais como prática de cuidado na estratégia saúde da família. Editora Científica Brasil, v. 1, n. 1, 2021. Disponível em: https://www.editoracientifica.org/articles/code/201102016 Acesso em: 10 jan. 2026.
SCHIAVO, M. et al. Conhecimento sobre plantas medicinais por mulheres em processo de envelhecimento. Semina: Ciências Biológicas e da Saúde, v. 38, n. 1, p. 45-60, 2017 DOI: https://doi.org/10.5433/1679-0367.2017v38n1p45
SILVA, A. C.; LEITÃO, J. M. S. de R. Interações medicamentosas associadas a Ginkgo biloba L.: Revisão de literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 6, e13810615535, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15535
SILVA, F. N. S. et al. Valorização do conhecimento popular sobre o uso de plantas medicinais na terceira idade. Cadernos de Agroecologia, v. 15, n. 2, 2020. Disponível em: http://cadernos.aba-agroecologia.org.br/index.php/cadernos/article/view/5214/3065 Acesso em: 10 jul. 2021.
SILVA, M. A. et al. Perfil nutricional e sintomatológico de mulheres no climatério e menopausa. Cadernos da Escola de Saúde, v. 2, n. 8, 2014. Disponível em: http://portaldeperiodicos.unibrasil.com.br/index.php/cadernossaude/article/view/2360/1932 Acesso em: 04 nov. 2025.
SOUZA, A. C.; ODA, J. Y. Tratamento dos sintomas do climatério utilizando medicamento fitoterápico: estudo de revisão. Uningá Review, v. 10, n. 1, p. 75-87, 2012. https://www.mastereditora.com.br/periodico/20130803_1549012.pdf#page=75 Acesso em:11 dez. 2025.
SOUZA, A. da S. et al. A utilização de fitoterápicos no manejo de mulheres no climatério/menopausa. Research, Society and Development, v. 9, n. 9, e415997416, 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i9.7416
SOUZA, A. M. de et al. Influência do exercício físico nos sintomas climatéricos. Referências em Saúde da Faculdade Estácio de Sá de Goiás-RRS-FESGO, v. 3, n. 2, 2020. Disponível em: https://estacio.periodicoscientificos.com.br/index.php/rrsfesgo/article/view/185 Acesso em: 8 jan. 2026.
TRENTI, A. et al. Estrogen, angiogenesis, immunity and cell metabolism: solving the puzzle. International Journal of Molecular Sciences, v. 19, n. 3, p. 859, 2018. https://doi.org/10.3390/ijms19030859
VASCONCELLOS, C.; et al. Plantas medicinais utilizadas na saúde da mulher no Brasil. Revista Horizonte de Enfermería, v. 22, n. 1, p. 23-33, 2011. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/49777/1/artigo-publicado-revista-horizonte-en-enfermeria.pdf Acesso em: 25 nov. 2025.
VELOSO, C. P.; LARROSA, C. R. R. Biodiversidade Brasileira como Fonte de Medicamentos Fitoterápicos. Pontifica Universidade Católica de Goiás, p. 1-15. 2012. Disponível em: http://www.cpgls.pucgoias.edu.br/7mostra/Artigos/SAUDE%20E%20BIOLOGICAS/Biodiversidade%20Brasileira%20como%20Fonte%20de%20Medicamentos%20Fitoter%C3%A1picos.pdf 25 nov. 2025.
WHO – WORD HEALTH ORGANIZATION. Physical status: the use and interpretation of anthropometry. Geneva: World Health Organization; 1995. (WHO Techni
