ATROFIA MUSCULAR ESPINAL: CAMBIOS OCULARES Y MOTORES
Resumen
La atrofia muscular espinal es una enfermedad autosómica y neurodegenerativa, y se clasifica según su presentación, edad de identificación y nivel de gravedad. El paciente con AEE presenta varios trastornos que se pueden observar desde la falta de preámbulo, disfunciones respiratorias a diversos niveles, parálisis y limitaciones. El trabajo multidisciplinar es fundamental para atender a los pacientes con esta atrofia, buscando la calidad de vida y la prevención de los factores secundarios causados por la EONE. Este artículo propone presentar la ESA, su fisiopatogenia, tratamientos y cuidados, y sus consecuencias oculares, a través de la investigación bibliográfica y la revisión de publicaciones en las plataformas Scielo, Pubmed y Bireme.
Biografía del autor/a
Graduada em Biologia (UNIMES); Licenciatura em Ciências (USP); Graduanda Licenciatura de Educação Especial (UFSCAR). Especializaçãoem Gestão Escolar pela (Faculdade Brasil). Docente OWP Educação, WEducar.
Professor Coordenador WEducar - OWP Educação. Docente SER Educação/AL e Pós Graduação FAELO/PE
Graduado em Tecnologia em Óptica e Optometria - Universidade Braz Cubas(UBC). Especialista em Docência no ensino superior(UNIBF). Estudos de Oftalmologia (UNIBF). Pericia Judicial (IPEMIG) Terapia Oftalmica (FACUMINAS).
Graduada em optica e Optometria (UBC, especilista em optometria avnçada (UBC, especilista em Ortóptica e saúde (Celso Lisboa). Docente WEducar, OWP Educação e UBC.
Referencias
BYERS, RK & Banker BQ – Infantile Muscular Atrophy, Arch Neurol 5:140, 1961.
BAIONi, Mariana T. C..AMBIEL, Celia R.Atrofia muscular espinhal: diagnóstico, tratamento e perspectivas futuras. Jornal de Pediatria [online]. 2010, v. 86, n. 4 [Acessado 16 Março 2022] , pp. 261-270. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0021-75572010000400004
BEAR, mark. CONNORS, Barry. PARADISO, Michael. Neurociências: Desvendando o Sistema nervosa. 3a. Porto Algere: Artmed, 2008
BROOKE MH. Griggs MD, Mendell JR. et al. Clinical trial in Duchenne dystrophy. L The design of the protocol. Muscie Nerve 1981, 4:186-197.
CHRUN, L. R.; ROSSATO CHRUN COSTA, L.; DA SILVA MIRANDA, G.; MONTEIRO ALMEIDA, F. Atrofia muscular espinhal tipo I: aspectos clínicos e fisiopatológicos. Revista de Medicina, [S. l.], v. 96, n. 4, p. 281-286, 2017. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/116499 Acesso em: 15 mar. 2022 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v96i4p281-286
COLLANGE, Luanda André et al. Influência da adequação postural em cadeira de rodas na função respiratória de pacientes com amiotrofia espinhal tipo II. Fisioterapia e Pesquisa [online]. 2009, v. 16, n. 3 [Acessado 16 Março 2022] , pp. 229-232. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S1809-29502009000300007> Epub 13 Abr 2012. ISSN 2316-9117. https://doi.org/10.1590/S1809-29502009000300007
DORETTO, Dário –: Fisiopatologia Clínica do Sistema Nervoso Fundamentos da Semiologia, 2a. Edição, ed. Atheneu, 2001.
DOWNIE, Patrícia A. – Cash: Neurologia para Fisioterapeutas. 4a. Buenos Aires: l Médica Panamérica, 1984.
MAGALHÃES, Paulo André Freire et al. Dispositivos ventilatórios não invasivos em criança portadora de amiotrofia espinhal do tipo 1: relato de caso. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil [online]. 2015, v. 15, n. 4 [Acessado 16 Março 2022] , pp. 435-440. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S1519-38292015000400007> ISSN 1806-9304.
RIDEAU Y. Treatment of orthopaedic de formity during the ambulatory stage of Duchenne Muscular Distrophy. In Serratrice G, Cros D, Desnuelle C, et al., eds. Neuromuscular diseases. New York: Raven Press;1984:557-564.
ROWLAND, Lewis P. – Tratado de Neurologia Merritt, 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2018.
ROWLAND, Lewis P. – Hereditary and Acquired Motor Neoron Diseses, In: REWOLAND LP Merritt´s textbook of neurology. Williams & Williams Baltimore, pp.742, 1995.
SILVA, Mayara. PRZYSIEZNYm André. CAPELLANI, Origenes. Síndrome de Werdnig-Hoffman (amiotrofia espinal do tipo 1): relato de caso. Arquivos Catarinenses de MEdicina. 2013 jan-mar, 42(1) 96-99. Disponível em:<http://www.acm.org.br/revista/pdf/artigos/1220.pdf> Acesso em: 15/03/2022.
SANVITO, Wilson Luiz – Propedêutica Neurológica Básica, 2 Ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1996.
