SILENCIOS Y CONTRADICCIONES CULTURALES EN THE JUMPING MONKEY HILL DE CHIMAMANDA ADICHIE
Resumen
Durante la investigación propuesta, el objetivo es analizar cómo las construcciones de varios silencios en The Jumping Monkey Hill perpetúan o rompen las relaciones de racismo y sexismo en África, derivadas del modelo defectuoso del patriarcado eurocéntrico. El análisis se basa en las premisas de los estudios relacionados con el Mujerismo Africano y el silencio, específicamente en las obras de Dove (1998), Hudson-Wemms (2020), Davis (2013 - 2016), Orlandi (2007) y Perrot (2005), que abarcan tanto los aspectos teóricos como los aplicables del análisis literario poscolonial y el estudio del silencio. El objetivo es observar cómo el sistema patriarcal presenta déficits en su estructura e instaura varios silencios, y cómo a través de la observación realizada en el silencio, es posible alterar la norma que este sistema presenta como natural. Para aquellos sometidos a la exclusión basada en su raza y sexualidad, surgen sentimientos de angustia y falta de pertenencia, dando forma a prisiones sociales que oprimen y silencian sus voces. Así, es a partir de escuchar estas voces, y principalmente a partir de los significados habilitados por sus silencios, que es posible revelar un proceso auténtico y profundo de identidad, autoconciencia y resistencia en el que la lucha antipatriarcal y las diversas dimensiones del silencio avanzan juntas.
Biografía del autor/a
Graduada em Letras pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Mestranda em Literatura e Historicidade pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Áreas de Interesse: Literatura com ênfase em Estudos de Cultura, Análise de Discurso, Crítica Literária e Tanatologia.
Referencias
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