PREVALENCIA DE LA AUTOMEDICACIÓN EN MUJERES
Resumen
Objetivo: Identificar cómo se produce la automedicación en las mujeres y qué razones las llevan a la auto-medicare, así como identificar las razones que conducen a la automedicación, incluyendo si existe o no una ciencia de sus consecuencias. Métodos: Se trata de una investigación exploratoria-descriptiva, con un enfoque cuantitativo transversal. El estudio incluyó a 209 mujeres mayores de 18 años. El instrumento fue un cuestionario en formato electrónico, en Google Forms®, entregado a través de redes sociales. Resultados: Los resultados mostraron que los medicamentos de clase analgésica son los más utilizados, seguidos por la clase de medicamentos antiinflamatorios y antialérgicos, y el uso de estos medicamentos es más frecuente en las mujeres que asistieron a la educación superior, seguidas por las mujeres con educación superior incompleta. De las mujeres que actualmente están embarazadas o que ya han tenido hijos, se encontró que la automedicación se interrumpe en el 34% de las participantes. Conclusión: Se concluye que la población de mujeres participantes en este estudio -especialmente aquellas con educación superior- se automedican, pero tienden a cambiar este hábito al descubrir un embarazo.
Biografía del autor/a
Estudante de medicina da Universdiade de Mogi das Cruzes
Estudante de medicina na Universidade de Mogi das Cruzes
Estudante de medicina na Universdiade de Mogi das Cruzes
Estudante de medicina da Universdiade de Mogi das Cruzes
Estudante de Medicina na Universdiade de Mogi das Cruzes
FATEC - Mogi das Cruzes
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