AUTOMEDICACIÓN Y EDUCACIÓN DE JÓVENES Y ADULTOS (EJA): CÓMO LA QUÍMICA PUEDE SER UNA HERRAMIENTA EFICAZ PARA COMBATIR ESTA PRÁCTICA NOCIVA
Resumen
El presente trabajo trata sobre el fenómeno de la automedicación y su intersección con los grupos de edad existentes en los diversos niveles de educación y, entre ellos, especialmente, en el ámbito de la Educación de Jóvenes y Adultos (EJA). El objetivo principal fue averiguar y probar si hay o no puntos convergentes, cómo se abordan los meses y cuál es la contribución de la disciplina de química para la concienciación sobre el tema en la EJA. Para ello, se utilizaron como fuentes de investigación la investigación realizada por el Consejo Federal de Farmacia (CFF) junto con el Instituto Datafolha sobre el uso de medicamentos, así como el Censo Escolar de 2018-2022 promovido por el Instituto Nacional de Estudios e Investigaciones Educativas Anísio Teixeira (INEP). A partir de ellos, se contactaron las características comunes (raja de edad, escolaridad y perfil socioeconómico) entre los individuos que son más propensos a la automedicación y los estudiantes de la EJA, llegando a una intersección del perfil. Además, se tomó como base la investigación de naturaleza cualitativa y cuantitativa, con método de enfoque descriptivo y, las técnicas de investigación, a través de determinados estudios científicos (artículos científicos, doctrinas, entre otros). Por lo tanto, fue posible observar la contribución significativa que tiene el estudio de las reacciones químicas de medicamentos específicos en la lucha contra la automedicación.
Biografía del autor/a
Graduando em Licenciatura em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).
Graduação em Pedagogia, área de habilitação em Educação de Jovens e Adultos, pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB). Mestre em Educação pela UFPB. Doutora em Educação pela UFPB. Docência no Ensino Superior nos cursos de Pedagogia e na Especialização em Educação Integral e Direitos Humanos da UFPB. Docente dos cursos de Licenciatura do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) com interesses na área de Educação Popular, Educação do Campo, Educação de Jovens e Adultos, Ensino de Ciências, Mulheres na ciência, Ginecologia Natural e Dignidade Menstrual.
Referencias
ABREU, A. C. S. de; RIBEIRO, L. L. Educação de jovens e adultos: caderno pedagógico. Florianópolis : UDESC: UAB: CEAD, 2014. Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/560957/2/edu%20jovens%20adultos%20Web.pdf Acesso em: 30 ago. 2024.
ARRAIS, P. S. D.; FERNANDES, M. E. P.; PIZZOL, T. da S. D. et al. Prevalência da automedicação no Brasil e fatores associados. Revista Saúde Pública, v. 50, supl 2, 13s, 2016. Disponível em: https://rsp.fsp.usp.br/wpcontent/uploads/articles_xml/00348910rsps2S0151887872016050006117/0034-8910-rsp-s2-S01518-87872016050006117-pt.x63465.pdf Acesso: 06 set. 2024.
BARSANTE, D. J. C. Automedicação: proposta de um jogo paradidático na Educação de Jovens e Adultos. 2019. 7f. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, 2019. Disponível em: https://www.repositorio.ufop.br/bitstream/123456789/11826/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O_Automedica%C3%A7%C3%A3oPropostaJogo.pdf Acesso em: 04 jul. 2024.
BITTENCOURT, B. de C. P. Um estudo sobre o estresse em alunos da Educação de Jovens e Adultos. In: PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. O professor PDE e os desafios da escola pública paranaense, 2012. Curitiba: SEED/PR., 2014. V.1. (Cadernos PDE). Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2009_utfpr_gestao_escolar_artigo_miriam_machado_cunico.pdf Acesso em 05 jul. 2024.
BORTOLI, C. K., NOGUEIRA, K. S. C. A Educação de jovens e adultos no contexto do ensino de química. Revista Actio: Docência em Ciências, Curitiba, v. 8, n.1, p. 1-25, jan./abr. 2023. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/actio/article/viewFile/14484/9529 Acesso em: 18 set. 2024. DOI: https://doi.org/10.3895/actio.v8n1.14484
BRASIL. Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências. Senado Federal, Brasília/DF, 1973. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5991.htm Acesso em: 18 ago. 2024.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília/DF, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso em: 23 dez. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/documento/BNCCAPRESENTACAO.pdf Acesso em: 02 set. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2014-2024, Brasília: Ministério da Educação, 2014. Disponível em: https://pne.mec.gov.br/18-planossubnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-educacao-lei-n-13-005-2014 Acesso em: 09 set. 2024.
CAMPANA, A. O. Metodologia da investigação científica aplicada à área biomédica – 2. Investigações na área médica. J Pneumol, v. 25, n. 2, mar./abr. 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jpneu/a/bXPWKsKL5Qzf4KLFDvbmtGj/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 23 dez. 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-35861999000200005
CATRIB, A. M. F. et al. Concepções e Práticas Sobre Automedicação na Escola Profissionalizante: um estudo de caso no estado do Ceará, Brasil. Revista Baiana de Saúde Pública, Bahia, v.37, n.1, p.117-132, jan./mar. 2013. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/01000233/2013/v37n1/a3824.pdf Acesso em: 03 jul. 2024. DOI: https://doi.org/10.22278/2318-2660.2013.v37.n1.a783
CFF - CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA E INSTITUTO DATAFOLHA. Uso de Medicamentos. Brasília: CFF, 2019. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/Uso%20de%20Medicamentos%20%20Relat%C3%B3rio%20_final.pdf Acesso em: 01 jul. 2024.
CORREIA, B. de C.; TRINDADE, J. K.; ALMEIDA, A. B. Fatores Correlacionados à Automedicação entre os Jovens e Adultos: Uma Revisão Integrativa da Literatura. Revista de Iniciação Científica e Extensão, [S. l.], v. 2, n. 1, p. 57–61, 2019. Disponível em: https://revistasfacesa.senaaires.com.br/index.php/iniciacao-cientifica/article/view/143 Acesso em: 06 jul. 2024.
DA SILVA MATOS, F. W.; HENRIQUE PEREIRA, D.; LEITE CARVALHO LIMA, M. O ensino de química na Educação de Jovens e Adultos (EJA):. Revista DisSoL - Discurso, Sociedade e Linguagem, v. 20, n. 20, 11 jun. 2024. Disponível em: http://ojs.univas.edu.br/index.php/revistadissol/article/view/1168/611 Acesso em:
DIAS, A. A. da S.; SABIÃO, R. M. Educação de Jovens e Adultos: Um Caminho na Busca para o Desenvolvimento Social no Brasil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 07, v. 02, p. 66-83, jul. 2018. ISSN:2448-0959. DOI: https://doi.org/10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacion-es/juegos-para-la-ensenanza
FEIGEL, Z. Formação de pessoal de nível médio para a saúde: desafios e perspectivas [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1996. 224 p. ISBN 85-85676-27-2. Disponível em: https://books.scielo.org/id/dydn3/pdf/escola-9788575412671-07.pdf Acesso em: 25 ago. 2024.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2015.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. ISBN 978-85-224-5142-5.
INEP - INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Censo Escolar 2022. Brasília: INEP, 31 jan. 23. Disponível em: https://download.inep.gov.br/censo_escolar/resultados/2022/apresentacao_coletiva.pdf Acesso em: 01 jul. 2024.
MARINHO, R. A.; CARDOSO, G. P.; FERREIRA, W. A. Vantagens e Desvantagens da Automedicação: princípios gerais. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research (BJSCR), v. 23, n. 2, pp. 105-110, jun./ago. 2018. Disponível em: https://www.mastereditora.com.br/periodico/20180704_093125.pdf Acesso em: 05 ago. 2024.
MELO, D. O. de; RIBEIRO, E.; STORPIRTIS, S. A importância e a história dos estudos de utilização de medicamentos. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, São Paulo/SP, v. 42, n. 4, p. 475-485, out./dez., 2006. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/is_digital/is_0207/pdfs/IS27(2)041.pdf Acesso em: 03 jul. 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-93322006000400002
NIEZER, T. M.; SILVEIRA, R. M. C. F.; SAUER, E. Ensino de soluções químicas por meio do enfoque ciência-tecnologia-sociedade. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 15, n. 3, 428-449, 2016. Disponível em: http://reec.uvigo.es/volumenes/volumen15/REEC_15_3_7_ex921.pdf Acesso em: 22 set. 2024.
OLIVEIRA, M. F de. Metodologia científica: um manual para a realização de pesquisas em Administração. Catalão: UFG, 2011, p. 72.
PAULO, L.G.; ZANINI, A. C. Automedicação no Brasil. Revista da Associação Médica Brasileira, v.34, n. 2, p. 69-75,1998.
PEIXOTO, J. B. Automedicação no Adulto. 2008. Monografia (Graduação em Enfermagem) - Universidade Fernando Pessoa, Portugal, 2008. Disponível em: https://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/814/1/Monografia%2520Joana%2520%2520Automedica%25C3%25A7%25C3%25A3o%2520no%2520Adulto.pdf Acesso em: 02 jul. 2024.
RIBEIRO, R. D. da R. Fármacos e automedicação: estratégias andagógicas no ensino de química orgânica na EJA. 2017. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências) - Universidade Federal do Pampa, Bagé, 2017. Disponível em: https://repositorio.unipampa.edu.br/bitstream/riu/2278/3/Produto%20PDF.pdf Acesso em: 07 jul. 2024.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 135 p. (Orientações curriculares para o ensino médio; v. 2). ISBN 85-98171-43-3. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_02_internet.pdf Acesso em: 23 dez. 2024.
