ADAPTACIÓN DEL MANGLAR BLANCO (Avicennia marina) EN ECOSISTEMAS DE AGUA DULCE EN EL COMPLEJO MARROMEU EN MOZAMBIQUE
Resumen
La adaptación de especies marinas como Avicennia marina a los ecosistemas de agua dulce puede verse influenciada por factores ambientales, como la salinidad, la temperatura y los nutrientes disponibles. Este estudio tiene como objetivo evaluar los factores que contribuyen a la adaptación de Avicennia marina a los ecosistemas de agua dulce en el Complejo Marromeu. La metodología se basó en un enfoque mixto, debido a la necesidad de analizar tanto las variables físicas como biológicas relacionadas con la adaptación de Avicennia marina a los ecosistemas de agua dulce y comprender los impactos ecológicos de esta adaptación. La investigación tuvo dos vertientes: un estudio de campo aplicando la técnica de observación in situ de especies de Avicennia marina a lo largo de las laderas del Complejo Marromeu, midiendo la temperatura local del agua y variables biométricas, como el diámetro del tallo y la cobertura vegetal. El estudio de laboratorio consistió en la recopilación de datos de campo con muestras de agua y suelo para el análisis de parámetros físicos y químicos como el pH del suelo y el agua, la salinidad, la turbidez y el oxígeno disuelto. Los resultados muestran que Avicennia marina posee mecanismos fisiológicos y morfológicos que le permiten adaptarse parcialmente a los ecosistemas de agua dulce. La influencia de las variables ambientales contribuye a la distribución de esta especie. Se concluyó que Avicennia marina se adapta a ecosistemas de agua dulce bajo ciertas condiciones ambientales favorables, especialmente en lugares con baja salinidad y niveles adecuados de nutrientes.
Biografía del autor/a
Mestre em Gestão Ambiental e dos Recursos Hídricos pela Universidade Zambeze, Docente no Instituto Superior Politécnico de Manica (ISPM), Vanduzi, Moçambique.
Mestre em Planeamento Territorial e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Zambeze, Funcionário da Direcção Provincial da Agricultura e Pescas de Manica, Chimoio, Moçambique.
Doutor em Fitotecnia pela Universidade Federal de Lavras (Brasil), Docente na Universidade Púngué (UniPúngué), Chimoio, Moçambique.
Mestre em Planeamento Territorial e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Zambeze, Funcionário do Parque Nacional de Chimanimani, Sussundenga, Moçambique.
Mestre em Ciências Agrárias pela Universidade Federal do Recôncavo da Baia (Brasil), Docente da Universidade Zambeze, Chimoio, Moçambique.
Mestrando em Recursos Naturais na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Brasil), Campo Grande, Brasil.
Mestre em Planeamento Territorial e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Zambeze, Docente e Coordenador do Curso de Licenciatura em Ensino de Geografia na Universidade Aberta ISCED (UnISCED), Beira, Moçambique.
Mestre em Irrigação e Recursos Hídricos Pela Universidade Zambeze, Docente na Universidade Zambeze (UniZambeze), Chimoio, Moçambique.
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