TRASTORNOS ALIMENTARIOS Y CONSUMO DE ALIMENTOS EN ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS POST-COVID-19
Resumen
Objetivo: Este estudio tiene como objetivo investigar la prevalencia de riesgo de trastornos alimentarios y el consumo de alimentos de los estudiantes de Nutrición de instituciones educativas públicas y privadas en la ciudad de Teresina - Piauí. Métodos: El estudio fue transversal y la recolección de datos se llevó a cabo mediante la aplicación colectiva de un cuestionario socioeconómico, el Cuestionario de Prueba de Actitudes Alimentarias y un Cuestionario de Frecuencia de Alimentos. Resultados: El tamaño de la muestra fue de 370 estudiantes universitarios del curso de Nutrición en 6 instituciones de educación superior, la mayoría siendo mujeres (91,5%), solteras (97,8%) y de raza/color de piel mixto (68,4%). Se identificó una prevalencia de riesgo de 24,6% para trastornos alimentarios, con una razón de probabilidades de 1,17. Con respecto al consumo de alimentos, se observó una buena ingesta de frutas como plátanos (100%) y legumbres como frijoles (98,3%), pero también un alto consumo de alimentos de alto contenido calórico, como bocadillos fritos (83,3%). Conclusión: Los resultados refuerzan la necesidad de intervenciones efectivas para promover la salud mental y el bienestar de estos jóvenes, fomentando así una mejor calidad de vida.
Biografía del autor/a
Doutoranda em Alimentos e Nutrição pela Universidade Federal do Piauí, Teresina (Piauí) – Brasil.
Mestre em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Piauí, Teresina (Piauí) – Brasil.
Pós-Doutora em Ciência dos Alimentos e Nutrição em Saúde Pública pela Universidade Federal do Piauí, Teresina (Piauí) – Brasil.
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