PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE LA GASTROENTERITIS INFANTIL DURANTE LAS VACACIONES ESCOLARES EN URGENCIAS PEDIÁTRICAS: EVIDENCIA CIENTÍFICA
Resumen
La gastroenteritis aguda infantil sigue siendo una causa importante de morbilidad y mortalidad, a pesar de la vacunación contra el rotavirus. La transmisión fecal-oral está relacionada con el saneamiento precario, la higiene inadecuada y la estacionalidad. Los niños son más vulnerables a la deshidratación. Los profesionales deben orientar a los cuidadores y aplicar la AIDPI, reforzando la práctica basada en la evidencia y la organización de la atención. Objetivo: Analizar el perfil clínico-epidemiológico de la gastroenteritis infantil. Metodología: Revisión integrada de la literatura, recopilando y resumiendo los conocimientos científicos ya desarrollados. Análisis y discusión de los resultados: La revisión describe las características clínicas de la gastroenteritis aguda en urgencias pediátricas, destacando la diarrea, los vómitos, la fiebre y el riesgo de deshidratación, especialmente en menores de tres años. Presenta los criterios del AIDPI, los planes terapéuticos y la importancia del mantenimiento alimentario y de la SRO. En el perfil epidemiológico, se evidencia la influencia de la calidad del agua, el saneamiento, las desigualdades sociales y la contaminación alimentaria, además de la estacionalidad asociada a la movilidad y la agregación escolar durante las vacaciones. Muestra una mayor incidencia en niños pequeños y una mayor letalidad en menores de un año. En cuanto a las implicaciones asistenciales, se discute la variabilidad clínica, la necesidad de un triaje sistematizado, la integración entre los niveles de atención y la capacitación de los equipos.
Biografía del autor/a
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Iguaçu.
Acadêmico de Enfermagem do Centro Universitário do Distrito Federal -UDF.
Pós-Doutor em Ciência do Cuidado em Saúde. Enfermeiro. Docente da Universidade Iguaçu.
Doutora em Enfermagem. Enfermeira. Docente da Universidade Iguaçu.
Mestre em Saúde Coletiva. Médica. Enfermeira. Docente da Universidade Iguaçu e UNIABEU.
Mestre em Urgência e Emergência. Médica. Enfermeira. Docente da Universidade Iguaçu e UNIABEU.
Enfermeiro - EEAN/UFRJ; Mestrando em Ciências do Cuidado em Saúde pelo PACCS/EEAAC/UFF; Pós-graduado em Enfermagem em UTI; Enfermagem na Atenção Primária com Ênfase na Estratégia Saúde da Família; Auditoria em Serviços de Saúde; Enfermagem em estomaterapia.
Acadêmica de Enfermagem da Universidade Iguaçu.
Referencias
1. Nagamine MF, et al. Gastroenterite aguda: uma abordagem completa sobre definição, epidemiologia, quadro clínico e tratamento. Braz J Implantol Health Sci. 2024. [Acesso em: 3 fev 2026];6(12):1853-1863. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/4713
2. Maia AB, Barros BC, Fonseca AHR. Gastroenterite aguda no paciente pediátrico. Caminhos da Clínica. 2025 [Acesso em: 4 fev 2026](4). Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/caminhos/article/view/4557/3697
3. Baliza GA, Lima JF, Pereira MS. Fatores influenciadores na taxa de morbimortalidade da gastroenterite na infância: uma revisão de literatura. Rev Delos. 2025 [Acesso em: 3 fev 2026];18(70):e6310. Disponível em: https://ojs.revistadelos.com/ojs/index.php/delos/article/view/6310
4. Lakatos EM, Marconi MA. Fundamentos de metodologia científica. 8ª ed. São Paulo: Atlas; 2017.
5. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas; 2022.
6. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec; 2007.
7. Minayo MCS, organizadora. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes; 2010.
8. Whittemore R, Knafl K. The integrative review: updated methodology. J Adv Nurs. 2005;52(5):546-553.
9. Webster J, Watson RT. Analyzing the past to prepare for the future: writing a literature review. MIS Q. 2002;26(2):xiii-xxiii.
10. Brasil. Ministério da Saúde. Atenção integrada às doenças prevalentes na infância (AIDPI): manual de quadros, procedimentos e condutas – criança de 2 meses a 5 anos. Brasília: Ministério da Saúde; 2017.
11. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças diarreicas agudas (DDA): manejo do paciente com diarreia – avaliação do estado de hidratação [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dda
12. Gomes H, et al. Perfil epidemiológico das doenças relacionadas com a água no município de Conceição do Araguaia, Pará. Movimenta. 2016 [Acesso em: 3 fev 2026];9(1):48-61. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/movimenta/pt_BR/article/view/3574/3150
13. Melo MTG. Análise espaço-temporal dos atendimentos por diarreia na região de Taquaralto-Palmas, Tocantins [monografia]. Palmas: Universidade Federal do Tocantins; 2024. [Acesso em: 3 fev 2026]. Disponível em: https://repositorio.uft.edu.br/bitstream/11612/7204/1/TCC%20Mony%20Tatielle%20Gomes%20de%20Melo.pdf
14. Vieira RR, et al. Surtos epidêmicos de gastroenterites no verão em Florianópolis: uma análise epidemiológica e importância do cuidado farmacêutico na farmácia privada [trabalho de conclusão de curso]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2025. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271560
15. Vaz IC, et al. Internações por diarreia e gastroenterite de origem infecciosa no Pará nos últimos 5 anos de janeiro de 2020 a janeiro de 2025. Pará Res Med J. 2025 [Acesso em: 3 fev 2026];9(Supl). Disponível em: https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/736/321
16. Silva Duccini F, et al. Diarreia e gastroenterites de origem infecciosa presumível na população pediátrica: análise do perfil epidemiológico nas regiões do Brasil no período de 2019 a 2024. Braz J Implantol Health Sci. 2025 [Acesso em: 3 fev 2026];7(3):1578-1589. Disponível em: https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/5491
17. Aranha MC, et al. Diarreia e gastroenterite infecciosa presumível em crianças do Nordeste: epidemiologia das internações (2019-2023). Periódicos Brasil Pesquisa Científica. 2024 [Acesso em: 3 fev 2026];3(2):898-907. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/134
18. Oliveira Barbosa CJ, et al. Balneabilidade e gastroenterites: estudo de caso em Balneário Camboriú e Florianópolis. Anais da Feira de Iniciação Científica e Extensão (FICE) Campus Camboriú. 2025. [Acesso em: 3 fev 2026]. Disponível em: https://publicacoes.ifc.edu.br/index.php/fice/article/view/7267
19. Millnitz L, et al. Gastroenterite de origem infecciosa presumível: uma condição sensível à atenção primária em saúde. Hospitalizações na 1ª Regional de Saúde do Estado do Paraná entre 2013 a 2023. Res Soc Dev. 2024 [Acesso em: 3 fev 2026];13(7):e7213746334. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/46334
20. Abrahão ALP, et al. Gastroenterite pediátrica ocasionada pelo norovírus. Rev Eletrônica Acervo Saúde. 2024 [Acesso em: 3 fev 2026];24(7):e16132. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/16132
21. Pascoal JML. Análise epidemiológica das gastroenterites em pacientes atendidos na porta de urgência e emergência em município da Zona da Mata Mineira: prevalência, fatores de risco e distribuição temporal [monografia]. 2024. [Acesso em: 3 fev 2026]. Disponível em: https://pensaracademico.unifacig.edu.br/index.php/repositoriotcc/article/download/4223/3223
22. da Silva Duccini F, Araújo GC, Paiva Marques Carvalho T, Brito ASM, Leite BSO, Lemos VOA, et al. Diarreia e gastroenterites de origem infecciosa presumível na população pediátrica: análise do perfil epidemiológico nas regiões do Brasil no período de 2019 a 2024. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. 2025 [Acesso em: 3 fev 2026];7(3):1578-1589 DOI: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n3p1578-1589
23. Herdman TH, Kamitsuru S, Lopes CT, organizadores. Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2024-2026. 13ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2024.
