PERFIL DE LAS HOSPITALIZACIONES POR INSUFICIENCIA RENAL EN LA REGIÓN SURESTE DE BRASIL ENTRE 2019 Y 2025

Resumen

La insuficiencia renal constituye un importante problema de salud pública en Brasil, especialmente en la Región Sudeste, que concentra alta densidad poblacional y una amplia red de servicios de salud de mediana y alta complejidad. El presente estudio tuvo como objetivo analizar el perfil epidemiológico de las hospitalizaciones por insuficiencia renal en la Región Sudeste entre 2019 y 2025, utilizando datos secundarios del Sistema de Información Hospitalaria del Sistema Único de Salud (SIH/SUS). Se registraron 371.835 hospitalizaciones en el período analizado, con relativa estabilidad entre 2019 y 2021, seguida de crecimiento progresivo entre 2022 y 2024, año que presentó el mayor número de casos (71.652). El estado de São Paulo concentró el mayor número de hospitalizaciones (179.686), seguido por Minas Gerais (106.655), Rio de Janeiro (68.333) y Espírito Santo (17.161). La estancia hospitalaria promedio fue de 9,5 días, con aumento gradual a partir de 2022, destacándose Rio de Janeiro con mayor duración media (12,9 días). Se observó predominio del sexo masculino (57,7%) en todas las unidades federativas. En el período ocurrieron 45.073 muertes hospitalarias, con una tasa media de mortalidad del 12,12%, más elevada en Rio de Janeiro (16,84%). Los resultados evidencian aumento de hospitalizaciones, leve incremento en la estancia media y mantenimiento de tasas relevantes de mortalidad, indicando impacto significativo en la morbimortalidad hospitalaria regional. Se concluye que es fundamental fortalecer estrategias de prevención, diagnóstico precoz y mejora de la atención sanitaria para reducir hospitalizaciones y mejorar los desenlaces clínicos.

Biografía del autor/a

Laura Ballassoni Terra, UNIFENAS

Médica pela Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS.

Ana Laura Silva Machado de Moraes , UNIFENAS

Médica pela Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS.

Vitória Castro Santos , UNIFENAS

Médica pela Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS.

Gabriel Silva Ferreira , UniAtenas

Médico pela faculdade de medicina Atenas - UniAtenas.

Larissa Carvalho Oliveira , UNIFENAS

Médica pela Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS.

Referencias

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 24 maio 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Informações de saúde: morbidade hospitalar do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br Acesso em: 10 jan. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Manual técnico do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

GBD CHRONIC KIDNEY DISEASE COLLABORATION. Global, regional, and national burden of chronic kidney disease, 1990–2017: a systematic analysis. The Lancet, v. 395, n. 10225, p. 709–733, 2020. DOI: https://doi.org/10.1016/S0140-6736(20)30045-3

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo demográfico 2022: resultados da população. Rio de Janeiro: IBGE, 2023.

KDIGO. KDIGO 2012 clinical practice guideline for the evaluation and management of chronic kidney disease. Kidney International Supplements, v. 3, n. 1, p. 1–150, 2013. DOI: https://doi.org/10.1038/kisup.2012.73

LEVEY, A. S. et al. A new equation to estimate glomerular filtration rate. Annals of Internal Medicine, v. 150, n. 9, p. 604–612, 2009. DOI: https://doi.org/10.7326/0003-4819-150-9-200905050-00006

LIMA-COSTA, M. F.; BARRETO, S. M. Tipos de estudos epidemiológicos: conceitos básicos e aplicações na área do envelhecimento. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 12, n. 4, p. 189–201, 2003.

MALTA, D. C. et al. A vigilância e o monitoramento das principais doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 18, supl. 2, p. 3–16, 2015.

MEDRONHO, R. A. et al. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009.

NAICKER, S. End-stage renal disease in sub-Saharan Africa. Kidney International Supplements, v. 3, n. 2, p. 161–163, 2013. DOI: https://doi.org/10.1038/kisup.2013.23

PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia e saúde. 8. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2018.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA. Censo brasileiro de diálise 2022. São Paulo: SBN, 2023. Disponível em: https://www.sbn.org.br Acesso em: 10 jan. 2026.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. International statistical classification of diseases and related health problems – 10th revision (ICD-10). 5. ed. Geneva: WHO, 2016.

Cómo citar

Ballassoni Terra, L., Laura Silva Machado de Moraes , A., Castro Santos , V., Silva Ferreira , G. ., & Carvalho Oliveira , . L. (2026). PERFIL DE LAS HOSPITALIZACIONES POR INSUFICIENCIA RENAL EN LA REGIÓN SURESTE DE BRASIL ENTRE 2019 Y 2025. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218, 7(3), e737456. https://doi.org/10.47820/recima21.v7i3.7456