CONDIÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO IMIGRANTE NO BRASIL NO CONTEXTO DA INTENSA MOBILIDADE TRANSFRONTEIRIÇA DE PESSOAS: UMA REVISÃO DE ESCOPO
Resumo
Este artigo se propôs compreender as condições de saúde da população imigrante no Brasil, principalmente no contexto da intensa mobilidade transfronteiriça de pessoas por meio de uma revisão de escopo. Verificou-se que a falta de compartilhamento de informações sobre indicadores de saúde nas cidades gêmeas coloca em xeque as medidas adotadas para enfrentamento de propagação de doenças. Principalmente nas regiões de fronteira entre o Brasil, a Guiana Francesa e a Venezuela, observou-se o aumento de algumas parasitas que infectam as pessoas que anteriormente estavam com presença muita baixa. Nesse sentido, deve-se criar mecanismos de implementação de políticas públicas na área da saúde nas regiões de fronteira, onde a integração e cooperação dos diferentes sistemas de saúde dos países sejam efetivas, permitindo o compartilhamento de dados e despesas.
Biografia do Autor
Doutor em Ciências pela Fundação Oswaldo Cruz, Mestre em saúde Pública pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Bacharel em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana.
graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro , mestrado em Química (Química Analítica Inorgânica) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutorado em Química Analítica - Loghborough University Of Tecnology . É tecnologista senior da Fundação Oswaldo Cruz.
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