LA PRESIÓN ESTÉTICA Y EL EJERCICIO PROFESIONAL EN LA (IN)SATISFACCIÓN DE LA IMAGEN CORPORAL EN FUTUROS PROFESIONALES DE EDUCACIÓN FÍSICA: UNA REVISIÓN INTEGRATIVA
Resumen
El concepto de imagen corporal ha evolucionado hacia un constructo multifacético, influenciado por mediaciones socioculturales y por la digitalización estética. En el contexto de la Educación Física, el estudiante enfrenta la presión del "cuerpo vitrina", donde la forma física se confunde con la competencia profesional. El objetivo de este estudio fue analizar la presión estética en la (in)satisfacción de la imagen corporal en futuros profesionales de Educación Física del sexo masculino. Materiales y métodos: Se trata de una revisión integrativa de la literatura, con búsqueda en las bases de datos SciELO, PubMed y LILACS, utilizando descriptores controlados como: (Académicos OR Estudiantes) AND ("Educación Física") AND ("Presión Estética" OR "Imagen Corporal") para artículos publicados en Brasil en el periodo temporal entre 2016 y 2026. Los resultados sugieren que esta presión se ve potenciada por la digitalización de la estética en redes sociales, donde los algoritmos favorecen patrones de hipertrofia exacerbada, elevando los índices de insatisfacción corporal. Conclusión: Se identificó que esta búsqueda obsesiva por el "ideal hipertrofiado" es uno de los factores determinantes de comportamientos de riesgo, como el uso indiscriminado de sustancias ergogénicas y el desarrollo de síntomas de dismorfia muscular, estableciendo una paradoja ética en la formación de este profesional. En este contexto, el futuro profesional de educación física siente que su autoridad y credibilidad pedagógica son validadas a través de su apariencia física y no solo por su dominio técnico-científico.
Palabras clave: Imagen Corporal. Educación Física. Estética. Medios. Sexo masculino.
Biografía del autor/a
Doctora en Educación Física por la Universidad Católica de Brasilia (UCB) y profesora del Centro Universitario Santo Agostinho (UNIFSA), Teresina, Piauí, Brasil.
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