ANÁLISE ECONÔMICA COMPARATIVA ENTRE OS REGIMES DE TRABALHO 6X1 E 5X2 NA CONSTRUÇÃO CIVIL BRASILEIRA
Resumo
O debate sobre a flexibilização e redução da jornada de trabalho ganhou destaque no cenário brasileiro, contrapondo a tradicional escala 6x1 ao modelo 5x2. Este estudo teve como objetivo realizar uma análise econômica comparativa entre esses regimes no setor da construção civil brasileira, investigando possíveis impactos sobre custos operacionais e capacidade produtiva. A metodologia consistiu em uma pesquisa quantitativa e descritiva, desenvolvida por meio de simulação econômico-operacional baseada em dados de custos de mão de obra do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), considerando uma equipe composta por pedreiro e servente. Foram simulados dois cenários: jornada de 44 horas semanais (Cenário 1) e jornada de 40 horas semanais (Cenário 2), mantendo-se constante a meta de produção física por meio de recomposição operacional. Os resultados indicaram que a redução da jornada diminuiu em 9,09% a capacidade horária individual, exigindo recomposição parcial da força de trabalho e resultando em acréscimo aproximado de 10% nos custos da folha de pagamento nos regimes onerado e desonerado. Conclui-se que, nas condições simuladas, a adoção da escala 5x2 implica aumento do custo operacional imediato, indicando a necessidade de ganhos reais de produtividade para viabilização econômica do modelo.
Biografia do Autor
Graduanda em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos.
Graduando em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos.
Graduando em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos
Técnica em Edificações e graduanda em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos.
Graduanda em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos.
Técnico em Edificações e graduando em Engenharia Civil pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Campus Patos.
Técnico em Estradas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), graduado em Administração pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), especialista em Gestão Pública pela Universidade Internacional Signorelli e mestre em Gestão e Sistemas Agroindustriais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Doutorando em Administração pelo Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mestre em Administração pela Universidade Potiguar (UnP) e graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
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