FISH FARMING AS A NON-FORMAL ACTIVITY FOR CHEMISTRY TEACHING
DOI:
https://doi.org/10.47820/recima21.v7i2.7258Keywords:
Water analysis, Chemical education, ExperimentationAbstract
This study presents a methodological proposal for teaching Chemistry through a non-formal education activity in the context of fish farming. Grounded in the specialized literature, the proposal integrates chemical concepts through the analysis of five physicochemical water parameters: pH, turbidity, temperature, dissolved ammonia, and dissolved oxygen. The activities were designed to promote the contextualization of content, bringing it closer to real-life situations related to the management of aquaculture systems. The adopted methodology consists of a teaching sequence composed of five experimental activities corresponding to the analysis of the physicochemical water parameters, along with the application of an evaluative questionnaire about the non-formal activity. This instrument allows for individual or group responses, as well as the sharing of participants’ perceptions, enabling the assessment of learning and the potential of the proposal for Chemistry teaching. To carry out the activities, simple methods using low-cost and easily accessible materials were prioritized, making their implementation feasible in different educational contexts. The main objective of the methodological proposal is to promote the contextualization of Chemistry teaching through a fish farming system, highlighting its relevance to both non-formal and formal education. By addressing the physicochemical parameters of water and the correction methods when they are at inadequate levels, the proposal fosters an understanding of the importance of water quality for fish development in rearing ponds. It is also emphasized that other parameters may be incorporated by teachers, broadening water analysis and deepening the construction of chemical knowledge.
Downloads
References
ALVES, D. dos S. et al. Educação em espaços não formais: química e geografia – da sala de aula para o museu de solos de Roraima. Revista Insignare Scientia (RIS), v. 3, n. 2, p. 237–256, 2020. DOI: https://doi.org/10.36661/2595-4520.2020v3i2.11329
ARAUJO, D. M. et al. Perfil hematológico de tilápias-do-nilo alimentadas com dietas contendo diferentes lipídeos e estimuladas por baixa temperatura. Revista Caatinga, v. 28, n. 1, p. 220–227, 2015.
AZEVEDO, Y. S. de et al. Transformando lixo em arte: um relato de experiência no ensino de Química. Research, Society and Development, v. 10, n. 7, e53810716704, 2021. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i7.16704
BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. 2. ed. Santa Maria: Editora UFSM, 2009.
BEZERRA, A. J. M. et al. Investigação como prática de integração e protagonismo discente na educação profissional integrada ao ensino médio. Vivências, v. 18, n. 37, p. 191–206, 2022. DOI: https://doi.org/10.31512/vivencias.v18i37.707
CAMPOS, Z. Uma história verde do mundo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
CARDOSO, A. S. et al. Bases da sustentabilidade para atividade de piscicultura no semiárido de Pernambuco. Interações (Campo Grande), v. 17, p. 645–653, 2016. DOI: https://doi.org/10.20435/1984-042X-2016-v.17-n.4(08)
CERQUEIRA, V. R. Cultivo de robalo-peva (Centropomus parallelus). In: BALDISSEROTTO, B.;
DONEDA, D. et al. Análise de pH e turbidez da água como metodologia de ensino-aprendizagem no PROEJA. In: SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, 6., 2020. Anais [...], 2020.
FERREIRA, L. H. et al. Experimentação em sala de aula e meio ambiente: determinação simples de oxigênio dissolvido em água. Química Nova na Escola, n. 19, 2004.
GOHN, M. G. Educação não formal nas instituições sociais. Revista Pedagógica, v. 18, n. 39, p. 59–75, 2016. DOI: https://doi.org/10.22196/rp.v18i39.3615
GOHN, M. G. Educação não formal, aprendizagens e saberes em processos participativos. Investigar em Educação, v. 2, n. 1, p. 35–40, 2014.
GOMES, L. de C. (org.). Espécies nativas para piscicultura no Brasil. 2. ed. Santa Maria: UFSM, 2010. p. 489–520.
IMBIRIBA, E. P. et al. Parâmetros ambientais e qualidade da água na piscicultura. Belém: Embrapa Amazônia Oriental, 2000.
LEIRA, M. H. et al. Qualidade da água e seu uso em pisciculturas. PUBVET, v. 11, n. 1, p. 11–17, 2017. DOI: https://doi.org/10.22256/pubvet.v11n1.11-17
LIMA, A. F. et al. Qualidade da água: piscicultura familiar. Palmas: Embrapa Pesca e Aquicultura, 2013. p. 1–8.
LOPES JÚNIOR, H. et al. Qualidade da água em produções de pescados da espécie tambaqui na agricultura familiar em Jaru/RO. South American Sciences, v. 2, n. 1, e21103, 2021. DOI: https://doi.org/10.17648/sas.v2i1.103
LOURENÇO, J. N. de P. et al. A importância de monitorar a qualidade da água na piscicultura. Manaus: Embrapa Amazônia Ocidental, 1999. (Comunicado Técnico, n. 5).
MACEDO, C. F.; SIPAÚBA-TAVARES, L. H. Eutrofização e qualidade da água na piscicultura: consequências e recomendações. Boletim do Instituto de Pesca, v. 36, n. 2, p. 149–163, 2010.
MALLASEN, M. et al. Qualidade da água em sistema de piscicultura em tanques-rede no reservatório de Ilha Solteira, SP. Boletim do Instituto de Pesca, v. 38, n. 1, p. 15–30, 2012.
MENDONÇA, J. K. A. et al. Experimento para determinação semiquantitativa de oxigênio dissolvido em água doce. Revista Sítio Novo, v. 4, n. 1, p. 53–61, 2020. DOI: https://doi.org/10.47236/2594-7036.2020.v4.i1.53-61p
MIRANDA, L. C. et al. PIBID e pesquisa de campo: um relato sobre o estudo da produção da farinha na comunidade Alto do Pirativa-AP e sua utilização como metodologia para o ensino de Química. Revista Brasileira de Processos Químicos, v. 2, n. 1, p. 17–29, 2021.
MORO, G. V. et al. Monitoramento e manejo da qualidade da água em pisciculturas. In: Piscicultura de água doce – multiplicando conhecimentos. [S. l.: s. n.], 2013. p. 141–169.
OLIVEIRA, R. de et al. Aprendizagem significativa, educação ambiental e ensino de Química: uma experiência realizada em uma escola pública. Revista Virtual de Química, v. 8, n. 3, p. 913–925, 2016.
OLIVEIRA, R. Panorama geral da aquicultura no Brasil. Ituberá: Associação para a Produção Sustentável (APS), 2009.
PEREIRA, F. M. O. et al. Análise química por volumetria da água do açude Iperuí como incentivo à iniciação científica aos alunos. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 6., 2019, Fortaleza. Anais […] Fortaleza, 2019.
PIAMBA-MAMIAN, T. M. et al. Implementación de un sistema de monitoreo IoT aplicado a una piscicultura de trucha. Informador Técnico, v. 85, n. 1, p. 3–19, 2021. DOI: https://doi.org/10.23850/22565035.2937
PICKLER, E.; VIEIRA FILHO, J. E. R. Desenvolvimento e potencial da tilapicultura no Brasil. Brazilian Review of Economics & Agribusiness, v. 16, n. 2, p. 177–201, 2018. DOI: https://doi.org/10.25070/rea.v16i2.554
PICOLI, F. et al. A importância do monitoramento da qualidade da água na piscicultura. Caderno Rural, n. 222, p. 1–10, 2018.
PINTO, L. T.; FIGUEIREDO, V. A. O ensino de Ciências e os espaços não formais de ensino. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, 2., 2010. Anais [...], 2010.
QUEIROZ, R. et al. A caracterização dos espaços não formais de educação científica para o ensino de ciências. Revista Areté – Revista Amazônica de Ensino de Ciências, v. 4, n. 7, p. 12–23, 2017.
REIS, T. C. et al. Estudo da potencialidade de um espaço não formal na perspectiva de licenciandos em Química. Educação Química en Punto de Vista, v. 3, n. 2, p. 1–21, 2019. DOI: https://doi.org/10.30705/eqpv.v3i2.1760
ROCHA, J. M. L. et al. Dinâmica espacial dos parâmetros físicos e químicos da água em viveiros de piscicultura. Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável, v. 12, n. 3, p. 602–606, 2017. DOI: https://doi.org/10.18378/rvads.v12i3.4844
SANTANA, Í. L. et al. Projeto “Preservando as Raízes do Mangue”: aprendizagem de Química baseada em projetos e voltada para o desenvolvimento sustentável. Química Nova na Escola, v. 44, n. 2, p. 229–238, 2022. DOI: https://doi.org/10.21577/0104-8899.20160313
SANTOS, M. V. B. et al. Desenvolvimento de sistema automático de análise de pH e temperatura da água para aquicultura. In: COMPUTER ON THE BEACH, 2018. Anais […]. p. 325–333.
SCHMITTOU, H. R. High density fish culture in low volume cages. Singapore: American Soybean Association, 1993.
SILVA, N. A. Caracterização dos impactos gerados pela piscicultura na qualidade da água: estudo de caso da bacia do rio Cuiabá, MT. 2007. 105 f. Dissertação (Mestrado em Física e Meio Ambiente) – Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, 2007.
SILVA, S. F.; FERRARI, J. L. Análise espacial de atributos físico-químicos da água em viveiros de piscicultura com geometrias diferentes. Enciclopédia Biosfera, v. 8, n. 14, p. 1–15, 2012. DOI: https://doi.org/10.12702/II-SGEA-a61
SONNENHOLZNER, S.; BOYD, C. E. Propriedades químicas e físicas do fundo do viveiro de camarão. Journal of the World Aquaculture Society, v. 31, p. 358–375, 2000. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1749-7345.2000.tb00886.x
SOUSA, F. M.; FONSECA, L. C. O. Análise físico-química e microbiológica das águas do igarapé Xurupita como ferramenta de ensino de Ciências. 2015. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Naturais) – Universidade Federal Rural da Amazônia, Santo Antônio do Tauá, 2015.
STACHIW, R. et al. Qualidade da água de tanques de piscicultura em Rolim de Moura-RO. Revista Brasileira de Ciências da Amazônia, v. 2, n. 1, p. 22–34, 2013.
VIANA, J. S. et al. Índice de desempenho competitivo de pisciculturas no estado do Pará, Amazônia, Brasil. Informações Econômicas, v. 49, n. 3, p. 19–30, 2018. DOI: https://doi.org/10.56468/1678-832X.eie1917.2018
Downloads
Published
Issue
Section
Categories
License
Copyright (c) 2026 RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais dos artigos/resenhas/TCCs publicados pertecem à revista RECIMA21, e seguem o padrão Creative Commons (CC BY 4.0), permitindo a cópia ou reprodução, desde que cite a fonte e respeite os direitos dos autores e contenham menção aos mesmos nos créditos. Toda e qualquer obra publicada na revista, seu conteúdo é de responsabilidade dos autores, cabendo a RECIMA21 apenas ser o veículo de divulgação, seguindo os padrões nacionais e internacionais de publicação.

