SPATIAL ANALYSIS OF TUBERCULOSIS IN THE STATE OF MARANHÃO FROM 2011 TO 2018
Abstract
The objective of this study is to analyze the spatial-temporal distribution of new tuberculosis cases in the state of Maranhão from 2011 to 2018. This is an ecological study using data on new TB cases registered in SINAN. Spatial analysis of the data was performed using a neighborhood matrix. Municipalities surrounded by other municipalities with high and low risk for TB, respectively, were considered high- and low-risk clusters. The incidence rate in the state increased from 39.31 cases per 100,000 inhabitants in 2011 to 40.88 cases per 100,000 inhabitants in 2018. The distribution of TB cases was not uniform across the state during the interval. High-risk areas were mainly located in the north and central part of Maranhão, while low-risk areas were mainly located in the northeast and southeast of the territory. It can be concluded that identifying the regions of the state with the highest and lowest risk for tuberculosis allows for better intervention by managers, contributing to the development and implementation of disease control actions.
Author Biographies
Mestre em Saúde e Ambiente pela Universidade Federal do Maranhão (PPGSA/UFMA)
Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Maranhão (PGSC/UFMA). Docente da Universidade Federal do Maranhão - Campus Pinheiro.
Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Maranhão (PGSC/UFMA). Docente da Universidade Federal do Maranhão - Campus Pinheiro.
Enfermeira, especialista (residência) em Saúde da Família e Comunidade. Docente do Centro Educacional (UNINTER).Sorocaba-SP.
Enfermeira pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), especialista em Oncologia e Hematologia (UNINTER).
Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Maranhão (PPGCS/UFMA).
Enfermeiro pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), especialista em Enfermagem do Trabalho (FaHol).
References
ARIDJA, U. M. et al. Casos de tuberculose com notificação após o óbito no Brasil, 2014: um estudo descritivo com base nos dados de vigilância. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 29, p. e2020060, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/s1679-49742020000500014
ARRAIS, J. F. de A. et al. Tuberculose Pulmonar em idosos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil: Uma análise epidemiológica de 20 anos em contextos de alta vulnerabilidade social. Journal of Medical and Biosciences Research, v. 2, n. 4, p. 946-957, 2025. DOI: https://doi.org/10.70164/jmbr.v2i4.843
BARBOSA, I. R. et al. Análise da distribuição espacial da tuberculose na região Nordeste do Brasil, 2005-2010. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 22, n. 4, p. 687-695, 2013. DOI: https://doi.org/10.5123/S1679-49742013000400015
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cidades e estados: Maranhão. Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ma.html Acesso em: 20 mar. 2022.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Divisão regional do Brasil em regiões geográficas imediatas e regiões geográficas intermediárias. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. 82 p.
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA). Atlas da vulnerabilidade social nos municípios brasileiros. Brasília: IPEA, 2014. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=26118 Acesso em: 18 mar. 2022.
MACEDO, J. L. et al. Perfil epidemiológico da tuberculose em um Município do Maranhão. Revista Ciência e Saberes, v. 3, n. 4, p. 699-705, 2017.
MASULLO, Y. A. G.; SANTOS, J. de R.C. Geoprocessamento aplicado a análise do avanço do processo de urbanização e seus impactos ambientais na Ilha do Maranhão. In: V Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental, Belo Horizonte, MG. 2014.
OLIVEIRA, S. A. G. de et al. Adesão e qualidade de vida em pacientes com tuberculose pulmonar. Rev. enferm. UFPE on line, p. 697-706, 2019. DOI: https://doi.org/10.5205/1981-8963-v13i3a236594p697-706-2019
SANTOS, B. A. et al. Tuberculose em crianças e adolescentes: uma análise epidemiológica e espacial no estado de Sergipe, Brasil, 2001-2017. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, p. 2939-2948, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232020258.25692018
SANTOS, J. N. dos et al. Fatores associados à cura no tratamento da tuberculose no estado do Rio de Janeiro, 2011-2014. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 27, p. e2017464, 2018. DOI: https://doi.org/10.5123/S1679-49742018000300015
SANTOS, L. F. S. et al. Aplicação da análise espacial para compreensão da tuberculose e determinantes sociais. Humanidades & Inovação, v. 8, n. 45, p. 44-58, 2021.
SILVA, P. H. dos S. et al. Aspectos sociodemográficos e clínicoepidemiológicos da tuberculose em um município do nordeste brasileiro. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 12, n. 5, p. e1916-e1916, 2020. DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e1916.2020
SILVA, T. C. et al. Fatores associados ao retratamento da tuberculose nos municípios prioritários do Maranhão, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 22, p. 4095-4104, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320172212.20612015
SOUZA, N. K. M. de et al. Persistência temporal e espacial de casos de tuberculose nos municípios brasileiros entre 2001 e 2022. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, p. e15972023, 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-81232025307.15972023
