MANEJO DE LA INSUFICIENCIA RESPIRATORIA POR ENFERMERÍA EN UNIDADES DE ATENCIÓN INMEDIATA: PRÁCTICAS, DESAFÍOS Y CUIDADO HUMANIZADO
DOI:
https://doi.org/10.47820/recima21.v7i2.7318Palabras clave:
Insuficiencia respiratoria. Enfermería. Cuidados humanizados. Sobrecarga profesional.Resumen
La insuficiencia respiratoria (IR) se configura como una síndrome de alta gravedad y una de las principales causas de ingreso en unidades críticas, demandando intervenciones ágiles y calificadas de enfermería para optimizar los desenlaces. Este estudio cualitativo, exploratorio-descriptivo, analizó las prácticas de enfermería en el manejo de la IR en una Unidad de Pronto Atención (UPA), en el interior de Ceará, Brasil, en 2025. Participaron ocho enfermeros con experiencia consolidada, entrevistados mediante un guion semiestructurado, siendo los datos sometidos al análisis de contenido según Bardin (2011). Los resultados revelaron seis categorías: prácticas inmediatas (monitorización y oxigenoterapia), identificación precoz, monitoreo continuo, intervenciones terapéuticas (posicionamiento, aspiración y soporte no invasivo), desafíos estructurales (sobrecarga y escasez de recursos) y atención humanizada (empatía y comunicación). Las prácticas técnicas se alinearon con las evidencias científicas; sin embargo, limitaciones sistémicas comprometen la seguridad asistencial. Se concluye la necesidad de capacitación continua, adopción de protocolos estandarizados e implementación de políticas de fortalecimiento de los equipos, a fin de garantizar una asistencia segura e integral en contextos de urgencia.
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