EL PROGRAMA DE SALUD ESCOLAR Y LA JUVENTUD: UN ESTUDIO SOBRE LA PERCEPCIÓN DE LOS JÓVENES ESTUDIANTES

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47820/recima21.v7i2.7277

Palabras clave:

Salud Escolar. Juventud. Políticas Públicas. Cartografía Social.

Resumen

Esta investigación tiene como objetivo comprender la percepción de los jóvenes estudiantes de una escuela ubicada en el municipio de Tianguá-CE sobre las acciones del Programa de Salud Escolar (PSE). La metodología adoptada es cualitativa, utilizando la cartografía social como enfoque de investigación, involucrando a la clase B del 9º grado, con un total de 38 estudiantes, participantes en las acciones del PSE en 2022. Inicialmente, una entrevista estructurada describió el perfil de los participantes, seguida de un taller sobre la creación de mapas cognitivos, y el análisis de datos se realizó mediante la técnica de análisis de contenido. La relevancia del estudio radica en la necesidad de comprender cómo las acciones del PSE son percibidas por los jóvenes, dada la escasez de análisis que destaquen las perspectivas de estos sujetos, considerando la importancia de este programa en la promoción de la salud escolar. Alineada con los marcos internacionales de derechos humanos, la investigación busca contribuir a la mejora de las políticas públicas de salud y educación dirigidas a los jóvenes.

 

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Ana Larisse Santos Barbosa, UECE

    Assistente Social. Doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará. Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). 

  • Roberta Duarte Maia Barakat, UECE

    Assistente Social. Mestra e Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Apoiadora Institucional da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará.

Referencias

1. Brasil. Ministério da Saúde. Marco legal: saúde, um direito de adolescentes. Brasília: Editora do Ministério da Saúde; 2007. 60 p.

2. Brasil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8069.htm. Acesso em: 20 jan 2026.

3. Brasil. Lei nº 12.852, de 5 de agosto de 2013. Institui o Estatuto da Juventude e dispõe sobre os direitos dos jovens. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12852.htm. Acesso em: 20 jan 2026.

4. Mannheim K. O problema sociológico das gerações. In: Grandes cientistas sociais. São Paulo: Ática; 1982.

5. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Atlas da Violência 2025. Brasília: IPEA; 2025. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17165. Acesso em: 20 jan 2026.

6. Fundo de População das Nações Unidas. 165 millones de razones: un llamado a la acción para la inversión en adolescencia y juventud en América Latina y el Caribe. Nova Iorque: UNFPA; 2019. 74 p.

7. Hoopes AJ, Agarwal P, Bull S, Chandra-Mouli V. Measuring adolescent friendly health services in India: a scoping review of evaluations. Reprod Health. 2016;13(1):1-38. DOI: https://doi.org/10.1186/s12978-016-0251-8

8. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Passo a passo PSE (Programa Saúde na Escola): tecendo caminhos da intersetorialidade. Brasília: Ministério da Saúde; 2011.

9. Silva ADA. Programa Saúde na Escola no Ceará: descrição das ações com base no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica [dissertação/tese]. 2020.

10. Organização das Nações Unidas. Declaração Universal dos Direitos Humanos. 1948. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/declaracao-universal-dos-direitos-humanos. Acesso em: 12 dez 2020.

11. Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde. Carta de Ottawa. Ottawa; 1986. In: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Projeto Promoção da Saúde. As cartas da promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2002. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartas_promocao.pdf. Acesso em: 9 dez 2023.

12. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Saúde do adolescente: competências e habilidades. Brasília: Editora do Ministério da Saúde; 2008.

13. Passos E, Escóssia L. Pistas do método da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina; 2010.

14. Silva FMF, Araújo RF, Costa KKD, Basílio EEF. Atuação da equipe multiprofissional nas ações realizadas pelo Programa Saúde nas Escolas (PSE): uma estratégia da educação em saúde. 2018. Disponível em: https://editorarealize.com.br/editora/anais/conbracis/2018/TRABALHO_EV108_MD4_SA4_ID1406_21052018000305.pdf. Acesso em: 16 jan 2024.

15. Gorayeb A, Meireles AJA, Silva EV. Cartografia social e cidadania: experiências de mapeamento participativo dos territórios de comunidades urbanas e tradicionais. Fortaleza: Expressões Gráficas; 2021.

16. Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 1977.

17. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec; 1992.

18. Payayá FGQ. O pardo como problemática na sociedade baiana e a classificação do IBGE em “cor e raça”. In: Encontro Internacional História & Parcerias; 3.; 2021; Rio de Janeiro. Anais. Rio de Janeiro: UFRRJ; 2021. Disponível em: https://www.historiaeparcerias.rj.anpuh.org/resources/anais/19/hep2021/1632526567_ARQUIVO_34e8559ddaf4adc7839cdf8bea2241f0.pdf. Acesso em: 23 mai 2022.

19. Dale R, Jesser A, Pieh C, et al. Mental health burden of high school students, and suggestions for psychosocial support, 1.5 years into the COVID-19 pandemic in Austria. Eur Child Adolesc Psychiatry. 2023;32:1015-1024. DOI: https://doi.org/10.1007/s00787-022-02032-4

20. Rios AM. Ser negra e negro em Fortaleza/Ceará: uma análise interdisciplinar sobre desigualdade sociorracial e sociobiodiversidade [dissertação/tese]. 2019.

21. Ratts A. A diferença negra e indígena no território: observações acerca de Fortaleza e do Ceará. Geosaberes. 2016;7(12):3-16.

22. Madeira Z, Gomes DDO. Persistentes desigualdades raciais e resistências negras no Brasil contemporâneo. Serv Soc Soc. 2018;:463-479. DOI: https://doi.org/10.1590/0101-6628.154

23. Madeira MZA. Resistência negra: por um Ceará sem racismo. A pardalização se destaca na autoafirmação dos cearenses e apresenta o pardo como coringa para a indefinição. Jornal O Povo. 2017. Disponível em: https://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2017/11/zelma-madeira-resistencia-negra-por-um-ceara-sem-racismo.html. Acesso em: 11 jan 2024.

24. Fundação Oswaldo Cruz. Pesquisa analisa o perfil do comportamento suicida entre jovens. Rio de Janeiro; 2021. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/pesquisa-analisa-o-perfil-do-comportamento-suicida-entre-jovens.

25. Carvalho KN, Zanin L, Flório FM. Percepção de escolares e enfermeiros quanto às práticas educativas do Programa Saúde na Escola. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2020;15(42):2325. DOI: https://doi.org/10.5712/rbmfc15(42)2325

26. Viana JA, Silva RB, Araújo AMV, Cresciulo CMS, Euclides IN, Weiler RME, et al. Adolescentes escolares e o Programa Saúde na Escola: uma revisão integrativa. Res Soc Dev. 2022;11(5):e11511528086. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i5.28086

Publicado

15/02/2026

Cómo citar

Santos Barbosa, A. L., & Duarte Maia Barakat, R. (2026). EL PROGRAMA DE SALUD ESCOLAR Y LA JUVENTUD: UN ESTUDIO SOBRE LA PERCEPCIÓN DE LOS JÓVENES ESTUDIANTES. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218, 7(2), e727277. https://doi.org/10.47820/recima21.v7i2.7277